sábado, 17 de setembro de 2011

Eu aprendi pelo modo mais grosseiro que a vida poderia me ensinar. Não quero que as mesmas coisas aconteçam comigo. Desisti do amor.
Estou extremamente cansada de fingir sorrisos. Desisti da minha vida.
A única coisa que me importa, agora, é a minha dieta.
Quero que essa doença me mate aos poucos, porque já estou morrendo lentamente e ninguém percebeu.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Dói, mas vale o esforço. A dor da fome é menor que a dor do desprezo, menor que o nojo que sinto de mim.
Não consigo dormir direito. Não tenho mais sono. Estou com olheiras.
Eu te odeio, mas te amo.
Me desculpe por amar uma doença.

K.