Sinceramente, não consigo entender como a comida se tornou minha pior inimiga. Um prato de comida é sinonimo de dor, tristeza.
Vejo pessoas comendo com prazer, sem se preocuparem com o quanto engordarão com um pedacinho de carne, ou uma colher de arroz, com um morango, com uma colher de sorvete, com um copo de refrigerante.
Chega uma hora que você já não tem mais amigos. Todos te abandonam por você ser ' neurótica' .
Não passo um dia sem chorar, não consigo me achar bonita.
As horas não passam, o tempo não muda. Nada muda. Eu não mudo.
There's a possibility.
Desejo incontrolável de uma morte perfeita.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
Eu aprendi pelo modo mais grosseiro que a vida poderia me ensinar. Não quero que as mesmas coisas aconteçam comigo. Desisti do amor.
Estou extremamente cansada de fingir sorrisos. Desisti da minha vida.
A única coisa que me importa, agora, é a minha dieta.
Quero que essa doença me mate aos poucos, porque já estou morrendo lentamente e ninguém percebeu.
Estou extremamente cansada de fingir sorrisos. Desisti da minha vida.
A única coisa que me importa, agora, é a minha dieta.
Quero que essa doença me mate aos poucos, porque já estou morrendo lentamente e ninguém percebeu.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
domingo, 3 de outubro de 2010
O mundo está parando. Não vejo saída. Preciso mudar, não me canso de falar isso. Deveria estar cansada, exausta, mas não consigo mudar.
Ando em círculos. Vida sem sentido. Preciso de um.
Não sei mais o que fazer, não tenho a quem correr.
Talvez possa usar isso como motivo de minha existência.
Amor, nossa, quanto tempo não tenho um. Posso criar um, uma pessoa.
Eu. Amor próprio. Novos Tempos, aqueles de mudança. Eu.
Vamos ver, amanhã um novo dia, um dia velho. Como todos, será monótono.
Preciso de mais cores, mais amores.
Cheiro... acredita que também está igual?
Deus, dê-me um sentido à minha existência.
Crises existências. Humores prejudiciais.
O que está acontecendo comigo?
Preciso de respostas.
Mas e eu?
O que fiz comigo?
Ando em círculos. Vida sem sentido. Preciso de um.
Não sei mais o que fazer, não tenho a quem correr.
Talvez possa usar isso como motivo de minha existência.
Amor, nossa, quanto tempo não tenho um. Posso criar um, uma pessoa.
Eu. Amor próprio. Novos Tempos, aqueles de mudança. Eu.
Vamos ver, amanhã um novo dia, um dia velho. Como todos, será monótono.
Preciso de mais cores, mais amores.
Cheiro... acredita que também está igual?
Deus, dê-me um sentido à minha existência.
Crises existências. Humores prejudiciais.
O que está acontecendo comigo?
Preciso de respostas.
Mas e eu?
O que fiz comigo?
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Atrás das janelas, retomo esse momento de mel e sangue que Deus colocou tão rápido, e com tanta delicadeza, frente aos meus olhos há tanto tempo incapazes de ver: uma possibilidade de amor. Curvo a cabeça, agradecido. E se estendo a mão, no meio da poeira de dentro de mim, posso tocar também em outra coisa. Essa pequena epifania. Com corpo e face. Que reponho devagar, traço a traço, quando estou só e tenho medo. Sorrio, então. E quase paro de sentir fome.
Caio Fernando Abreu
Caio Fernando Abreu
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